(cusvirtual) novo texto em nosso blog


As políticas do cu e o combate ao vírus HIV no Brasil. Texto novo meu em nosso blog.


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Leandro Colling
Professor do IHAC e do Programa Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade da UFBA - www.poscultura.ufba.br
Presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH) - http://www.abeh.org.br/
Centro Estudos Multidisciplinares em Cultura - CULT - http://www.cult.ufba.br/
Grupo de Pesquisa Cultura e Sexualidade (CuS) - www.cult.ufba.br/cus
Lattes:  http://lattes.cnpq.br/9841032316581104



[GENI] FAZENDO GÊNERO 2013

Pessoal,
 
Segue o cronograma do Fazendo gênero 2013.
 
Vamos nos inscrever!
 
 
Beijos
 
Juciana

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(cusvirtual) Fwd: Convite Mesa Redonda Teoria Queer e Teorias Feministas 30/12, 14h



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: PPGNEIM <ppgneim@ufba.br>
Data: 27 de novembro de 2012 16:44
Assunto: Convite Mesa Redonda Teoria Queer e Teorias Feministas 30/12, 14h
Para: leandro.colling@gmail.com


Prezados/as:

O PPGNEIM convida para atividade de abertura do semestre:

MESA REDONDA

TEORIA QUEER E TEORIAS FEMINISTAS
Diálogos e Tensões

com o Dr. Richard Miskolci (UFSCar), Dr. Leandro Colling (UFBA) e Dra. Cecilia Sardenberg (PPGNEIM/UFBA).

Local: Auditório do CRH (Prédio do PASL)
Data: 30 de novembro
Horário: 14h00

 

Kelly Rangel
Sec PPGNEIM


 




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Leandro Colling
Professor do IHAC e do Programa Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade da UFBA - www.poscultura.ufba.br
Presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH) - http://www.abeh.org.br/
Centro Estudos Multidisciplinares em Cultura - CULT - http://www.cult.ufba.br/
Grupo de Pesquisa Cultura e Sexualidade (CuS) - www.cult.ufba.br/cus
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(cusvirtual) Poscultura convida: Palestra Fernando Seffner e defesa de dissertação Gilmaro Nogueira - UFBA






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GILBERTO RIOS
Estudante de Jornalismo na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia
Bolsista da Agência de Notícias Ciência e Cultura    -    http://www.cienciaecultura.ufba.br
TELEFONE: 71 9171-4134                      |                         E-MAIL: gilberto.rios13@gmail.com





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Leandro Colling
Professor do IHAC e do Programa Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade da UFBA - www.poscultura.ufba.br
Presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH) - http://www.abeh.org.br/
Centro Estudos Multidisciplinares em Cultura - CULT - http://www.cult.ufba.br/
Grupo de Pesquisa Cultura e Sexualidade (CuS) - www.cult.ufba.br/cus
Lattes:  http://lattes.cnpq.br/9841032316581104



Tudo tem sua hora

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N:;!!!Amigos
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END:VCARD



Após um longo período de doença, a mulher morre e chega aos portões do céu.
Enquanto aguardava São Pedro, ela espiou pelas grades e viu seus pais, amigos e todos que haviam partido antes dela, sentados a mesa, apreciando um maravilhoso banquete. Quando São Pedro chegou, ela comentou:
Que lugar lindo! Como faço para entrar?
Eu vou falar uma palavra. Se você soletrá-la corretamente na primeira VEZ você entra; se errar vai direto para o inferno.
Ok. Qual é a palavra?
AMOR, respondeu São Pedro.
A- M - O - R - Ela soletrou perfeitamente e de primeira. Passou pelos portões.
Cerca de um ano depois, São Pedro pediu que ela vigiasse os portões aquele dia.
Para surpresa dela, o marido apareceu.
Oi! Que surpresa! - disse ela.
Como você esta?
Ah, eu tenho estado muito bem desde que você morreu... Casei-me com aquela bela enfermeira que cuidou de você, (e que já tínhamos um caso), recebi seu seguro de vida e fiquei milionário. Vendi a casa onde vivemos e comprei uma mansão. Eu e minha linda esposa viajamos por todo o mundo. Estávamos de férias e eu fui esquiar hoje. Caí,o esqui bateu na minha cabeça e aqui estou eu. E agora, como faço para entrar, querida?
Bem, aqui tem uma regra pra entrar: Eu vou falar uma palavra. Se você soletrá-la corretamente na primeira vez, você entra, senão vai direto para o inferno.
Tá, qual é a palavra?
 
'ARNOLD SCHWARZENEGGER'
 

Teste de admissão... muito boa




 



Um sujeito está para ser admitido no emprego.
O
Psicólogo dirige-se ao candidato e diz:


- Vou lhe aplicar o teste final para sua admissão.


- Perfeito, diz o candidato.


Aí o psicólogo pergunta:


- Você está em uma estrada escura e vê ao longe dois faróis emparelhados vindo em sua direção. O que você acha que é?


- Um carro, diz o candidato.


- Um carro é muito vago. Que tipo de carro? Uma BMW, um Audi, um Volkswagen?


- Não dá pra saber né?


- Hum..., diz o psicólogo, que continua: Vou te fazer uma outra pergunta:


- Você está na mesma estrada escura e vê, só um farol vindo em sua direção, o que é?


- Uma moto, diz o candidato.


- Sim mas que tipo de moto? Uma Yamaha, uma Honda, uma Suzuki ?


- Sei lá, numa estrada escura, não dá pra saber (já meio nervoso).


- Um..., diz o psicólogo. Aqui vai a última pergunta:


- Na mesma estrada escura você vê de novo só um farol, menor que o anterior. Você percebe que vem bem mais lento. O que é?


- Uma bicicleta.


- Sim mas que tipo de bicicleta, uma Caloi, uma Monark?


- Não sei.


- Você foi reprovado! - diz o psicólogo.
Aí o candidato muito triste com o resultado, dirige-se ao psicólogo e fala:


- Mesmo eu não sendo aprovado achei interessante esse teste.
Posso fazer uma pergunta ao senhor, nessa mesma linha de raciocínio?


E o psicólogo satisfeito responde, claro que pode!


- O senhor está tarde da noite numa rua mal iluminada. Aí vê uma moça com maquiagem carregada, vestidinho vermelho bem curto,girando uma bolsinha, o que é?


- Ah! - diz o psicólogo - é uma puta.


- Sim, mas que puta? Sua filha? Sua irmã? Sua mulher? Ou a puta que te pariu?



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VD - O URSO DE TROIA

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---------- Forwarded message ----------
From: Jef Mezadri <jefmezadri@gmail.com>
Date: 2012/11/17
Subject: [clubedapimentinhahumor] VD - O URSO DE TROIA
To:



: Vendido!!!

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VD: Estagiário...

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VD: Esses Adolescentes...

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Pra pensar,rsrsrsrsssrrssr



            




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Vai dizer que não é assim no banco?




 




Vai dizer que não é assim na fila do banco?






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Pensamentos Jorge Jacinto...

Boa tarde... 
Ando um pouco afastado devido muito trabalho... sempre que posso tento ficar atualizado quanto ao Grupo...
Deixo um abraço bem forte....
Jorge.

* segue em formato texto arquivos anexos

"A dor dividida, se não cessa,
compartilhada ameniza-se".

Jorge Jacinto




A Luta
 
Bateu algo forte em mim
Feito cruzado de direita,
Talvez fosse besteira
Mas me nocauteou.
Ouvi a contagem imóvel.
Não tinha mais forças e caí.

Esta luta contra o amor
Antes de começar já a perdi.

Autor: Jorge Jacinto.



"A maioria do tempo,

não precisamos de palavras,
mas de um sincero sentir".

Autor: Jorge Jacinto



A Origem

 

De onde você vem,
Que só maravilhas tem
Pedaços de você.

Autor: Jorge Jacinto


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Jorge Jacinto da Silva Junior
E-MAIL: jorge.jacinto@gmail.com
MSN: jorge.jacinto@hotmail.com
FACEBOOK: http://www.facebook.com/JorgeJacintoJr
BLOG: http://poemasdojorge.blogspot.com/
BLOG: http://coisasdejorginho.blogspot.com/

[GENI] Enc: RECITAL PIANO A 4 MÃOS

Repassando convite para um bom programa musical na véspera do feriado.
Aproveitem.
abraço,
 
Tânia Rêgo.

  
Caros amigos,

Ressalto que o Teatro Viriato Corrêia localiza-se no IFMA (antigo CEFET), campus Monte Castelo. Passou por uma reforma e foi re-inaugurado este ano. 
O IFMA adquiriu um piano novo que, por sua vez foi inaugurado pela renomada pianista maranhense Zezé Cassas, num belíssimo recital ocorrido no dia 09/11/2012, nesse mesmo espaço.

Até lá!

Ana Neuza




Filosófico e muito profundo!!! Humor.




 




Filosófico e muito profundo!!!


 

A professora pergunta: -  Joãozinho pode me dizer qual o nome do filósofo grego, autor da emblemática frase: - "Só sei que nada sei" ? E ele responde: - fessora, quem falou isso foi o Lulla não sabia que ele era grego???????

 

Apresento-lhes: O SUS Britânico - (Vídeo do YouTube)





 

Apresento-lhes: O SUS Britânico - (Vídeo do YouTube)



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Pintinho Valente

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CURIOSIDADES DO MEIO LITERÁRIO


 

CURIOSIDADES DO MEIO LITERÁRIO


O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.

O escritor Pedro Nava parafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém os tirasse do lugar.

Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar
sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.

Euclides da Cunha, Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi
engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro.

Machado de Assis, nosso grande escritor, ultrapassou tanto as barreiras
sociais bem como físicas. Machado teve uma infância sofrida pela pobreza e ainda era míope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance para a esposa, Carolina.

Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica. Por insistência da sogra, casou na igreja com Maria Augusta, católica fervorosa, mas exigiu que a cerimônia ficasse restrita aos pais do casal. No segundo casamento, com Heloísa, evitou transtornos: casou logo no religioso.
Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever seus romances,
desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.

José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo, do
Rio, e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.

Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. "Se não fizer isso, saio matando gente pela rua". Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. "Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha."

Numa das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao
meio-dia e esperou em vão até as duas horas da tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o "furo": Fernando Pessoa tinha lido seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.

Érico Veríssimo era quase tão taciturno quanto o filho Luís Fernando,
também escritor. Numa viagem de trem a Cruz Alta, Érico fez uma pergunta que o filho respondeu quatro horas depois, quando chegavam à estação final.

Clarice Lispector era solitária e tinha crises de insônia. Ligava para os
amigos e dizia coisas perturbadoras. Imprevisível, era comum ser convidada para jantar e ir embora antes de a comida ser servida.

Monteiro Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. "Para ele, era licor", diverte-se Joyce, a neta do escritor. Também tinha mania de consertar tudo. "Mas para arrumar uma coisa, sempre quebrava outra."


Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: "O senhor gosta de Camões?" Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos. Foi escoteiro dos nove aos treze anos. Nadador do Minas Tênis Clube, ganhou o título de campeão mineiro em 1939, no estilo costas.

Guimarães Rosa, médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolo, pudim, galinha e ovos. Sentia-se culpado quando os pacientes morriam. Acabou abandonando a profissão. "Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue", conta Agnes, a filha mais nova.

Mário de Andrade provocava ciúmes no antropólogo Lévi-Strauss porque era muito amigo da mulher dele, Dina. Só depois da morte de Mário, o francês descobriu que se preocupava em vão. O escritor era homossexual.

Vinicius de Moraes, casado com Lila Bosco, no início dos anos 50, morava
num minúsculo apartamento em Copacabana. Não tinha geladeira. Para aguentar o calor, chupava uma bala de hortelã e, em seguida, bebia um copo de água para ter sensação refrescante na boca.

José Lins do Rego foi o primeiro a quebrar as regras na ABL, em 1955. Em
vez de elogiar o antecessor, como de costume, disse que Ataulfo de Paiva não poderia ter ocupado a cadeira por faltar-lhe vocação.

Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. "Por quê?", perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: "O motivo é simples: nós somos amantes." Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: "Muito prazer, encantado." Era piada. Os dois nem se conheciam até então.

O poeta Pablo Neruda colecionava de quase tudo: conchas, navios em
miniatura, garrafas e bebidas, máscaras, cachimbos, insetos, quase tudo que lhe dava na cabeça.

Vladimir Maiakóvski tinha o que atualmente chamamos de Transtorno
Obsessivo-compulsivo (TOC). O poeta russo tinha mania de limpeza e
costumava lavar as mãos diversas vezes ao dia, numa espécie de ritual
repetitivo e obsessivo.

A preocupação excessiva com doenças fazia com que o escritor de origem tcheca Franz Kafka usasse roupas leves e só dormisse de janelas abertas para que o ar circulasse -, mesmo no rigoroso inverno de Praga.

O escritor norte-americano Ernest Hemingway passou boa parte de sua vida tratando de problemas de depressão. Apesar da ajuda especializada, o escritor foi vencido pela tristeza e amargas crônicas. Hemingway deu fim à própria vida com um tiro na cabeça.
 
Recebi sem indicação de AUTORIA.


***"A amizade é o grande bem da vida."/Jorge Amado



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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk




 





Presentes...

 Tudo se iniciou com um iPhone...
No mês de Março o meu filho fez 17 anos, e comprei-lhe, de presente, um telefone iPhone.

Ele adorou.

Quem não adoraria?



Fiz anos em Julho e a minha mulher deu-me de presente um iPad.

O aniversário da minha filha foi em Agosto e ela ganhou um iPod Touch.



A minha mulher fez anos em Setembro e então comprei-lhe um iFerro.



Foi aí que a confusão começou…

Mas a minha mulher é que está errada,
por não reconhecer o valor do "iFerro"…

Pode ser integrado numa rede caseira com o iWash (máquina de lavar), o iCook (o fogão) e o iClean (o lava louça).
Enfim!!!
Na próxima semana vou ter alta!!

 

iDói …..muito

 

 

 

 

 






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Piadex: 60 anos no ramo...




 




 

60 ANOS NO RAMO



 

Um cara sofria de dor de cabeça crônica infernal. Foi ao médico que, depois dos exames de praxe, disse:

- Meu caro, tenho uma boa e uma má notícia. A boa, é que posso curá-lo dessa

dor de cabeça para sempre.

A má notícia é que para fazer isso eu preciso castrá-lo! Seus testículos estão pressionando a espinha, e essa pressão provoca uma dor de cabeça infernal.
Para aliviar o sofrimento preciso removê-los.

O cara levou um choque e caiu em depressão.


Passou dias meditando. Indagava se havia alguma coisa pela qual valesse

a pena viver.


Não teve outra escolha a não ser submeter-se à vontade do bisturi.

Quando deixou o hospital, pela primeira vez, depois de 20 anos, não sentia mais dor de cabeça. No entanto, percebeu que uma parte importante de si estava faltando. Enquanto caminhava pelas ruas notava que era um homem diferente, mas que poderia ter um novo começo. Avistou uma loja de roupas masculinas

de grife.


"É disto que eu preciso", disse para si mesmo.


- Quero um terno novo!!!, pediu ao vendedor.


O alfaiate, de idade avançada, deu uma olhadela, e falou:
- Vejamos... é um 44 longo.

O cara riu: - é isso mesmo, como é que o senhor soube?

- Estou no ramo há mais de 60 anos, respondeu o alfaiate.


Experimentou o terno, que lhe caiu muito bem. Enquanto se admirava no

espelho, o alfaiate perguntou:
- Que tal uma camisa nova?


Ele pensou por alguns instantes:

- Claro!


O alfaiate olhou e disse:

- 34 de manga, e 16 de pescoço.


E ele pasmado:

- Mas, é isso mesmo, como pôde adivinhar?

- Estou no ramo há mais de sessenta anos, disse.


Experimentou a camisa e ficou satisfeito.


Enquanto andava pela loja, o alfaiate sugeriu-lhe:

- Que tal uma cueca nova?

- Claro.


O alfaiate olhou seus quadris, e lascou:

- Vejamos... Acho que é 36.


O cara soltou uma gargalhada:

- Desta vez, te peguei. Uso o tamanho 34 desde os 18 anos de idade.

O alfaiate sacudiu a cabeça negativamente:

- Você não pode usar 34. O tamanho 34 pressiona os testículos contra a espinha, e essa pressão deve provocar em você uma dor de cabeça infernal.

 

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A escolha cabe a vc


Fwd: [clubedapimentinhahumor] Tela Computadorizada





 



 

 

Fotografia computarizada

Dê um olhar atento a esta pintura

Pintada por artitas Chineses, Dai Dudu, Li Tiezi y Zhang An, pintura a oleo, 2006.

Esta pintura é verdadeiramente surpreendente.

Mais surpreendente ainda, por sua tela ter sido computadorizada.

Quando clicar no "click here" mais abaixo,

uma versão maior da pintura aparecerá.

Passe o cursor do mouse por cima das pessoas e

o programa dirá quem é cada um deles.

Se clicar sobre a pessoa, terá sua biografia e história.

Quando a história aparecer, do lado esquerdo, há a possibilidade de traduzir o texto para vários idiomas.

Escolha o seu preferido e boa leitura!

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(cusvirtual) a quem interessar possa

Caros alunos e caras alunas.

 

Para auxiliar na escolha dos componentes curriculares que você irá cursar no próximo semestre na UFBA, resolvi compartilhar algumas informações sobre o componente curricular de Estudos das subjetividades, que será oferecido pelo IHAC nas segundas (das 13h às 17h ou das 18h30 às 22h30). O componente será ministrado por mim (Leandro Colling), em parceira com dois mestrandos, que estarão realizando o seu tirocínio docente orientado – Raquel Florence e Reinaldo Bittencourt.

 

Objetivo do componente é o de estudar a produção das subjetividades através de pelo menos de três importantes autores: Freud, Foucault e Deleuze. Proposta é de usar os conceitos desses autores para pensar a cultura e os processos de subjetivação da atualidade. Isso será feito a partir de textos dos próprios autores e de seus tradutores e críticos brasileiros. Filmes estrangeiros e brasileiros serão utilizados também para ilustrar e, especialmente, problematizar as reflexões teóricas.

 

 

Bibliografia básica (leitura obrigatória):

 

BIRMAN, Joel.  Lei, culpa e confissão. In: Entre cuidado e saber de si: sobre Foucault e a psicanálise. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2000, p. 65 a 70

BIRMAN, Joel. Desconstrução da filosofia do sujeito. In: Entre cuidado e saber de si: sobre Foucault e a psicanálise. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2000, p. 79 a 90.

DELEUZE, Gilles. Entrevista sobre O anti-édipo. In: Conversações. São Paulo: Editora 34, 1992, p. 23 a 36.

FREUD, Sigmund. O mal-estar na cultura. Porto Alegre: L&PM Editores, 2010 ou FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização. In: Obras completas volume XXI. Rio de Janeiro: Imago, 1988.

NASIO, J.D. Édipo – o complexo do qual nenhuma criança escapa. Rio de Janeiro: Zahar, 2007, p. 7 a 64.

PEIXOTO Jr. Carlos Augusto. Sexualidades em devir. In: Singularidade e subjetivação. Ensaios sobre clínica e cultura. Rio de Janeiro, Editora 7 Letras/PUC Rio, 2008, p. 113 a 133.

PEIXOTO Jr. Carlos Augusto. A estética da existência e o cuidado de si. In: Singularidade e subjetivação. Ensaios sobre clínica e cultura. Rio de Janeiro, Editora 7 Letras/PUC Rio, 2008, p 17 a 26.

ROLNIK, Suely. A crise na subjetividade. In: Cartografia sentimental – transformações contemporâneas do desejo. Porto Alegre: Sulina/Editora UFRGS, 2011, p. 95 a 110.

SAROLDI, Nina. O mal-estar melhorou? A pertinência do livro hoje. In: O mal-estar na civilização. As obrigações do desejo na era da globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011, p. 127 a 158.

 

Vídeos – palestras que serão exibidos em sala

Joel Birman - http://www.cpflcultura.com.br/site/2009/12/01/integra-novas-subjetivacoes-e-o-mal-estar-na-contemporaneidade-joel-birman/

Maria Rita Kehl - http://www.cpflcultura.com.br/2009/12/02/integra-aceleracao-e-depressao-maria-rita-kehl/

Benilton Bezerra Jr - http://www.cpflcultura.com.br/2009/12/02/integra-novas-fronteiras-da-subjetivacao-benilton-bezerra-jr-sao-paulo/

 

Filmes – alguns serão vistos de analisados em sala

Dogville – Lars Von Trier

O anticristo – Lars Von Trier

Cisne negro – Darren Aronofsky

Superoutro – Edgar Navarro

Amarelo Manga – Claudio Assis

Festa da menina morta - Matheus Nachtergaele

Um método perigoso - David Cronenberg

 

Texto em revista:

ROLNIK, Suely. Deleuze, esquizoanalista. Disponível em http://revistacult.uol.com.br/home/2010/03/deleuze-esquizoanalista/

 

Bibliografia complementar

BARBERO, Graciela Haydée. Homossexualidade e pervesão na psicanálise: uma resposta aos gay e lesbian studies. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.

BIRMAN, Joel.  As pulsões e seus destinos: do corporal ao psíquico. Civilização Brasileira, 2009.

______. Mal-estar na atualidade. A psicanálise e as novas formas de subjetivação. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2007, p. 231 a 250.

______. Cadernos sobre o mal. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009, p 191 a 208.

______. Gramáticas do erotismo – a feminilidade e suas formas de subjetivação em psicanálise. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.

______. Cartografias do feminino. São Paulo: Editora 34, 1999.

BRENNAN, Teresa. Para além do falo: uma crítica a Lacan do ponto de vista da mulher. Rio de Janeiro: Record/Rosa dos Ventos, 1997.

BUTLER, Judith. Problemas de gênero. Feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2003.

COSTA, Teresinha. Édipo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2010.

CUNHA, Eduardo Leal. Indivíduo singular plural – a identidade em questão. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2009.

DELEUZE, Gilles e GUATTARI, Félix. O anti-édipo. Capitalismo e esquizofrenia 1. Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.

FOUCAULT, Michel. História da sexualidade – o cuidado de si. Rio de Janeiro: Graal, 1985.

FREUD, Sigmund. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. In: Obras completas, volume VII, Rio de Janeiro: Imago, 1996, p. 119 a 229.

______. O futuro de uma ilusão. Porto Alegre: L&PM, 2010.

______. A dissolução do Complexo de Édipo. In: Obras completas volume 16: O eu e o id, "autobiografia" e outros textos (1923-1925); tradução Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 203 a 213.

FRIDMAN, Luis Carlos. Vertigens pós-modernas. Configurações institucionais contemporâneas. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2000, p. 63 a 89.

FUKS, Betty B. Freud & a culturaRio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2007.

LACAN, Jacques. Nomes-do-pai. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005.

MOTA, Manoel Barros (org.) Foucault: Ética, sexualidade e política. Ditos e Escritos V. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004.

NETO, Oswaldo França. Freud e a sublimação. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2007.

MISKOLCI, Richard. Não ao sexo rei: da estética da existência foucaultiana à política queer. In: SOUZA, Luís Antonio Francisco de, SABATINE, Thiago Teixeira e MAGALHÃES, Bóris Ribeiro de (orgs). Michel Foucault, sexualidade, corpo e direito. Marília: Oficina Universitária, São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011, p. 47 a 68.

ORTEGA, Francisco. Amizade e estética da existência em Foucault. Rio de Janeiro: Graal, 1999

REVEL, Judith. Diccionario Foucault. Buenos Aires: Nueva Visión, 2009.

SAFATLE, Vladimir. Lacan. São Paulo: Publifolha, 2007.

ROLNIK, Suely. Toxicômanos de identidade - subjetividade em tempos de globalização. In: LINS, Daniel. Cultura e subjetividade. Campinas: ed. Papirus, 1997.

STRATHERN, Paul. Foucault em 90 minutos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2003.

WOODWARD, Kathryn. Identidade e diferença: uma introdução teórica e conceitual. In: DA SILVA, Tomaz Tadeu da (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes, 2007, p. 7 a 72. 


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Leandro Colling
Professor do IHAC e do Programa Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade da UFBA - www.poscultura.ufba.br
Presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH) - http://www.abeh.org.br/
Centro Estudos Multidisciplinares em Cultura - CULT - http://www.cult.ufba.br/
Grupo de Pesquisa Cultura e Sexualidade (CuS) - www.cult.ufba.br/cus
Lattes:  http://lattes.cnpq.br/9841032316581104